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Perigo no céu


Professor do Departamento de Engenharia Elétrica alerta para a incidência de raios neste período

Por Ana Carolina Neves

No período chuvoso, a incidência de raios cresce consideravelmente. Isto se deve ao aumento da formação de nuvens, local onde se acumulam íons que propiciam as descargas elétricas (raios). Portanto, alguns cuidados devem ser redobrados para a prevenção de acidentes.

Segundo o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UFMA, José Gomes, os raios são fenômenos estatísticos e podem ocorrer com maior frequência em algumas regiões, geralmente por causa das florestas ou pela maior incidência de chuva na região. Por exemplo, na região Nordeste a freqüência é de 30 trovoadas por ano, enquanto na região Norte (área mais afetada no Brasil) a frequência é de 100 a 140 trovoadas por ano. No ano passado, um raio caiu no campus da UFMA e danificou computadores da biblioteca e a turbina eólica localizada nas proximidades do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. As hipóteses para o acidente foram a extensão da área e a grande quantidade de árvores no local. Os prédios da Universidade possuem pára–raios para evitar problemas maiores, mesmo assim, há casos que são inevitáveis.

Em relação às instalações elétricas, o professor alerta que são necessários certos cuidados, pois os raios podem causar surtos de tensão nessas instalações, danificando equipamentos sensíveis, como computadores, televisão, aparelhos de fax e DVD. Recomenda-se, também, o afastamento de corpos condutores de eletricidade, como árvores, torres, instrumentos de ferro ou metal.


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Frank Lima